BREXIT Montar Fábrica de Bananada (Doce de Banana) em Portugal

Projeto Pronto de Fábrica de Bananada com Capacidade de Produção de 3000 kg por dia

CÓDIGO DO PROJETO: BRE-009

Projeto com as seguintes seções:

Plataforma de recepção
Limpeza e seleção
Processamento – fase I (área suja)
Processamento – fase II (produção de doce)
Embalagem
Esterilização
Depósito de embalagem
Depósito de produtos acabados
Expedição
Escritório
Vestiários
Refeitório

Contém no projeto pronto:

  • Projeto Pronto em arquivo para AutoCad (DWG) (pranchas em formato A0 ou A1), com:
    – Planta e Layout
    – Planta Baixa da Construção
    – Layout dos Equipamentos
    – Cortes
    – Fachada
    – Planta de Situação das Construções no terreno
    – Planta dos Escritórios, Vestiários, Refeitórios e outros Anexos do Empreendimento
  • Memorial Básico da Construção
  • Lista de Equipamentos Principais
  • Lista de Fornecedores dos Equipamentos Principais
  • Lista de Materiais da Construção e Orçamento da Obra
  • Cronograma Físico-Financeiro da Obra
  • Fluxograma de Produção

Serviços Opcionais:

  • Estudo de Viabilidade Financeira
  • Projeto de Financiamento e Plano de Negócios FINOVA
  • Projeto em 3D
  • Adequação de Fábricas e Reformas de Locais Existentes

Para saber mais, ligue para +55.35.37211488 ou +55.35.9.9155.0757, ou preencha o formulário abaixo:

 


ESTRUTURA DA FÁBRICA

 

Diversos são os fatores que influenciam na estrutura de uma fábrica de doces e geleias, a questão, porém é o empresário ter em mente quais serão as características do serviço prestado, o foco de atuação e o porte. Toda a necessidade será efetuada com base nessa capacidade inicial esperada, na quantidade de atendimentos a serem realizados.

Para uma fábrica de doces e geleias, composta por cozinha, área de armazenagem, escritório e banheiro. A disposição dos equipamentos deve estar de acordo com o processo produtivo, reduzindo o trânsito desnecessário dos funcionários.

O acabamento interno precisa ser de fácil limpeza e manutenção, durável e resistente ao uso intenso. As paredes devem ser pintadas com tinta acrílica lavável. O forro é preferencialmente branco, pois identifica a sujeira com maior facilidade. Pode ser gesso pintado com acrílico acetinado, lambri pintado com esmalte branco ou forro de PVC. O forro de PVC se torna bastante lavável, ideal para cozinha.

O local de trabalho deve ser limpo e organizado, pois a sujeira acumulada propicia a multiplicação de micróbios. O piso, a parede e o teto devem estar conservados e sem rachaduras, goteiras, infiltrações, mofos e descascamentos. Os pisos devem ser preferencialmente frios, ou seja, pisos cerâmicos lisos e sem desenhos, com porosidade antiderrapante e resistência para alto tráfego (carga pesada ou PI-5), rejuntados com produto adequado. Em regiões de terra vermelha, a utilização de pisos muito claros pode ser trabalhosa.

Sempre que possível, deve-se aproveitar a luz natural. No final do mês, a economia da conta de luz compensa o investimento. Luminárias e lâmpadas erradas podem proporcionar efeitos indesejados como distorcer formatos, gerar sombras ruins, escurecer alguns pontos, criar uma atmosfera desagradável e até mesmo mudar a cor dos alimentos. As lâmpadas de cor quente com foco direcional ajudam a criar destaque e ressaltar as cores dos alimentos.

Os funcionários devem apresentar condições físicas adequadas ao desempenho de suas atividades, em ambiente arejado, limpo, claro e dentro das normas de segurança pré-estabelecidas pelo Corpo de Bombeiros.

Para impedir a entrada e o abrigo de insetos e outros animais, as janelas devem possuir telas. Os objetos sem utilidade devem ser retirados das áreas de trabalho. O local deve ser mantido bem iluminado e ventilado e as lâmpadas protegidas contra quebras.

As caixas de gordura e de esgoto devem estar localizadas fora das áreas de preparo e de armazenamento de alimentos.

As superfícies que entram em contato com os alimentos, como bancadas e mesas, devem ser mantidas em bom estado de conservação, sem rachaduras, trincas e outros defeitos.

Os produtos de limpeza não podem ser guardados juntamente com os alimentos. Eles devem conter no rótulo o número do registro no Ministério da Saúde. A limpeza do ambiente é importante para prevenir e controlar baratas, ratos e outras pragas. Os venenos devem ser aplicados somente quando necessário e sempre por empresa especializada.

O lixo, além de atrair insetos e outros animais para a área de preparo dos alimentos, é o meio ideal para a multiplicação de micróbios patogênicos. Por isso, a cozinha deve ter lixeiras de fácil limpeza, com tampa e pedal, e o lixo deve ser retirado para fora da área de preparo de alimentos em sacos bem fechados. Após o seu manuseio, deve-se lavar as mãos.


A sua Empresa na hora – Documentos necessários para abrir uma empresa em Portugal

Através da iniciativa ‘Empresa na Hora’ poderá constituir uma sociedade unipessoal, por quotas ou anónima no momento e num só posto de atendimento. O processo de constituição de sociedades através desta iniciativa é extremamente simples e pode ser representado da seguinte forma:

Processo de constituição de uma sociedade:
1. Escolher uma firma da lista de firmas pré-aprovadas constante deste sítio ou consultando a lista que lhe será facultada no posto de atendimento ‘Empresa na hora’. A firma escolhida só será reservada no momento em que se dirigir ao balcão e iniciar a constituição da sociedade. Como tal, a firma que pretende utilizar, apesar de estar disponível neste sítio ou na lista que lhe for facultada, poderá já não estar disponível no momento em que se dirigir ao balcão. À firma pré-aprovada poderá sempre adicionar uma expressão alusiva ao objeto da sociedade. Por exemplo, se a firma escolhida for ‘ABCDE’ e se a sociedade se dedicar à atividade de restauração e bebidas, a firma poderá ser alterada para ‘ABCDE – Restauração e Bebidas’.
Em alternativa à escolha da firma da lista de firmas pré-aprovadas pode constituir a sua empresa na hora com um nome previamente aprovado pelo RNPC.

2. Escolher um dos modelos de pactos pré-aprovados e disponíveis neste sítio e na pasta de pactos facultada nos locais de atendimento;

3. Os futuros sócios da sociedade deverão dirigir-se a um balcão ‘Empresa na hora’ para iniciar o processo de constituição. A lista de balcões disponíveis pode ser consultada na área de Contactos deste sítio.

Elementos necessários
Se os sócios da sociedade a constituir forem pessoas singulares, deverão levar consigo:

Cartão de contribuinte;
Documento de identificação (cartão de cidadão, bilhete de identidade, passaporte ou autorização de residência).
Cartão de beneficiário da Segurança Social (facultativo)
No caso de se tratarem de pessoas coletivas:

Cartão da empresa ou de pessoa coletiva ou código de acesso aos referidos cartões;
Ata da Assembleia Geral que confere poderes para a constituição de sociedade.
4. O custo deste serviço é de 360,00¤. Este valor será pago no momento da constituição, em numerário, multibanco ou cheque visado ou bancário e vale postal, em qualquer dos casos emitidos à ordem do Instituto dos Registos e do Notariado, I.P.. Não são aceites cheques estrangeiros.

5. No balcão será elaborado o pacto da sociedade e será efetuado o registo comercial.

6. De imediato, receberá:

o Pacto Social;
o código de acesso à Certidão Permanente de Registo Comercial, pelo prazo de três meses;
o código de acesso ao cartão eletrónico da empresa;
o número de segurança social da empresa.

Posteriormente, receberá o cartão da empresa, em suporte físico.7. No momento da constituição da sociedade pode indicar desde logo o Técnico Oficial de Contas ou escolher um da Bolsa de TOCs disponibilizada, para efeitos da entrega desmaterializada da Declaração de Início de Atividade.
Também pode entregar num serviço de Finanças a Declaração de Início de Atividade devidamente preenchida e assinada pelo Técnico Oficial de Contas nos 15 dias seguintes à data de constituição.

8. No prazo máximo de 5 dias úteis após a constituição, os sócios estão obrigados a depositar o valor do capital social (quando realizado em numerário) numa conta aberta em nome da sociedade ou proceder à sua entrega nos cofres da sociedade até ao final do primeiro exercício económico.