Projeto Pronto Fábrica de Chocolate Artesanal com capacidade para 1.000 kg/dia.

CÓDIGO - CHC-014

Projeto Pronto com as seções:

Recepção
Depósito
Sala de fabricação
Depósito de produtos acabados
Banheiros
Vestiários
Refeitório

O Projeto Pronto contém:

1) Projeto Pronto em arquivo para AutoCad (DWG) (pranchas em formato A0 ou A1), com:
  • Planta Baixa e Layout dos Equipamentos
  • Planta Baixa da Construção
  • Layout dos Equipamentos
  • Cortes
  • Fachada
  • Planta de Situação das Construções no terreno
  • Planta dos Escritórios, Vestiários, Refeitórios e outros Anexos do Empreendimento
2) Memorial Básico da Construção
3) Lista de Equipamentos Principais
4) Lista de Fornecedores dos Equipamentos Principais
5) Lista de Materiais da Construção e Orçamento da Obra
6) Cronograma Físico-Financeiro da Obra
7) Fluxograma de Produção
8) Projeto em 3D

Outros Serviços:

  • Estudo de Viabilidade Financeira para Fábrica de Chocolate Artesanal
  • Projeto de Financiamento e Plano de Negócios para Fábrica de Chocolate Artesanal no BNDES / FCO / BDMG / FINAME
  • Projeto em REVIT

Projetos com Outras Capacidades (maiores ou menores)
Fábrica de Chocolate Artesanal

 

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Credito Ao Cliente Numa Esmpresa De Chocolates

Layout De Fábrica De Chocolate

Equipamentos Para Fábrica De Chocolate Artesanal

Modelo Fabrica De Chocolate Artesanal

Layout De Uma Fabrica De Chocolate

Chocolate Artesanal Maquinas

Microempresas De Chocolate

Modelos De Layot Para Empresa De Chocolate Artesanais

Procedimentos Para Abertura De Empresa De Chocolate

C2b4layout De Uma Fábrica De Chocolate

Equipamento Para Produçao De Chocolate

COMO MONTAR UMA FÁBRICA DE CHOCOLATE


Ministério da Saúde - MS
Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA
Este texto não substitui o(s) publicado(s) em Diário Oficial da União.
RESOLUÇÃO DE DIRETORIA COLEGIADA – RDC Nº 227, DE 28 DE AGOSTO DE 2003
(Publicada em DOU nº 168, de 1º de setembro de 2003)
(Revogada pela Resolução – RDC nº 264, de 22 de setembro de 2005)
A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da
atribuição que lhe confere o art. 11 inciso IV do Regulamento da ANVISA aprovado
pelo Decreto nº 3.029, de 16 de abril de 1999, c/c o art. 111, inciso I, alínea “b”, § 1º do
Regimento Interno aprovado pela Portaria nº 593, de 25 de agosto de 2000, republicada
no DOU de 22 de dezembro de 2000, em reunião realizada em 27 de agosto de 2003,
considerando a necessidade de constante aperfeiçoamento das ações de prevenção
e controle sanitário na área de alimentos, visando à saúde da população e que o
Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade deve contemplar os aspectos de
segurança,
adotou a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente,
determino a sua publicação:
Art. 1º Aprovar o Regulamento Técnico para Fixação de Identidade e Qualidade
de Chocolate e Chocolate Branco, constante do Anexo desta Resolução.
Art. 2º As empresas têm o prazo de 180 (cento e oitenta) dias, a contar da data de
publicação deste Regulamento para se adequarem ao mesmo.
Art. 3º O descumprimento aos termos desta Resolução constitui infração sanitária
sujeita aos dispositivos da Lei nº 6.437, de 20 de agosto de 1977 e demais disposições
aplicáveis.
Art.4º Ficam revogados: a Resolução CNNPA nº 27/68, publicada no Diário
Oficial da União de 16 de setembro de 1970; a Resolução CNNPA nº 26/77, publicada
no Diário Oficial da União de 6 de setembro de 1977, o item referente a Chocolate da
Resolução CNNPA nº 12/78, publicada no Diário Oficial da União de 24 de julho de
1978, o Comunicado DINAL nº 07, de 25 de março de 1980 referente ao Processo
SNVS nº 9.482/79 e o Comunicado DINAL nº 28, de 25 de novembro de 1980 referente
ao Processo SNVS nº 2.097/80.
Art. 5º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Ministério da Saúde - MS
Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA
Este texto não substitui o(s) publicado(s) em Diário Oficial da União.
ANEXO
REGULAMENTO TÉCNICO PARA FIXAÇÃO DE IDENTIDADE E
QUALIDADE DE CHOCOLATE E CHOCOLATE BRANCO
1. ALCANCE
Fixar a identidade e as características mínimas de qualidade que deve obedecer o
Chocolate e o Chocolate Branco.
2. DEFINIÇÃO
2.1. Chocolate: é o produto obtido a partir da mistura de derivados de cacau
(Theobroma cacao): massa de cacau, cacau em pó e ou manteiga de cacau com outros
ingredientes, contendo, no mínimo, 25% de sólidos totais de cacau.
2.2. Chocolate Branco: é o produto obtido a partir da mistura de manteiga de
cacau com outros ingredientes, contendo, no mínimo, 20% de sólidos totais de manteiga
de cacau.
3. DESIGNAÇÃO
Os produtos são designados através de denominações consagradas pelo uso,
processo de obtenção, aspecto, cor, finalidade de uso, forma de apresentação ou
característica específica.
4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
4.1. BRASIL. Decreto - Lei nº 986, de 21 de outubro de 1969. Institui normas
básicas sobre alimentos. Diário Oficial da União. Brasília, DF, 21out 1969. Seção I.
4.2. BRASIL. Código de Defesa do Consumidor - Lei nº 8.078, de 11de setembro
de 1990. Diário Oficial da União. Brasília, DF, 12 set 1990 suplemento.
4.3. BRASIL. Portaria SVS/MS nº 1.428, de 26 de novembro de 1993.
Regulamento Técnico para Inspeção Sanitária de Alimentos. Diário Oficial da União.
Brasília, DF, 02 dez 1993. Seção I.
4.4. BRASIL.Portaria SVS/MS nº 326, de 30 de julho de 1997. Regulamento
Técnico sobre as Condições Higiênico-sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para
Estabelecimentos Produtores/Industrializadores de Alimentos. Diário Oficial da União.
Brasília, DF, 01 de ago 1997. Seção I.
Ministério da Saúde - MS
Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA
Este texto não substitui o(s) publicado(s) em Diário Oficial da União.
4.5. BRASIL. Portaria SVS/MS nº 27, de 13 de janeiro de 1998. Regulamento
Técnico Referente à Informação Nutricional Complementar. Diário Oficial da União.
Brasília, DF, 16 jan 1998. Seção I.
4.6. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Ministério da Saúde.
Resolução nº 386 de 05 de agosto de 1999. Regulamento Técnico que aprova o uso de
aditivos utilizados segundo as Boas Práticas de Fabricação e suas Funções. Diário
Oficial da União, Brasília, DF, 09 ago 1999. Seção 1, pt. 1.
4.7. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Ministério da Saúde.
Resolução nº 387 de 05 de agosto de 1999. Regulamento Técnico que aprova o uso de
Aditivos Alimentares, estabelecendo suas funções e seus limites máximos para a
categoria de alimentos 5: Balas, Confeitos, Chocolates e Similares. Diário Oficial da
União, Brasília, DF, 09 ago 1999. Seção 1, pt. 1
4.8. BRASIL. Resolução ANVS/MS nº 22 de 15 de março de 2000. Dispõe sobre
os Procedimentos de Registro e Dispensa da Obrigatoriedade de Registro de Produtos
Importados Pertinentes à Área de Alimentos. Diário Oficial da União. Brasília, DF, 16
mar 2000. Seção 1, pt.
4.9. BRASIL. Resolução ANVS/MS nº 23 de 15 de março de 2000. Dispõe sobre
o Manual de Procedimentos Básicos para Registro e Dispensa da Obrigatoriedade de
Registro de Produtos Pertinentes à Área de Alimentos. Diário Oficial da União. Brasília,
DF, 16 mar 2000. Seção 1, pt.
4.10. BRASIL. Resolução RDC ANVISA/MS nº 12, de 02 de janeiro de 2001.
Regulamento Técnico sobre os Padrões Microbiológicos para Alimentos. Diário Oficial
da União. Brasília, DF, 10 jan 2001. Seção I.
4.11. BRASIL. Resolução RDC ANVISA/MS nº 39, de 21 de março de 2001.
Tabela de Valores de Referência para Porções de Alimentos e Bebidas Embalados para
Fins de Rotulagem Nutricional. Diário Oficial da União. Brasília, DF, 22 mar 2001.
Seção I.
4.12. BRASIL. Resolução RDC ANVISA/MS nº 40 de 21 de março de 2001.
Regulamento Técnico para Rotulagem Nutricional Obrigatória de Alimentos e Bebidas
Embalados. Diário Oficial da União. Brasília, DF, 22 mar 2001. Seção I, pt. 1.
4.13. BRASIL. Resolução RDC ANVISA/MS nº 234 de 19 de agosto de 2002.
Regulamento Técnico Sobre Aditivos utilizados Segundo as Boas Práticas de
Fabricação e Suas Funções. Diário Oficial da União. Brasília, DF, 21 de ago 2002.
Seção I.
Ministério da Saúde - MS
Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA
Este texto não substitui o(s) publicado(s) em Diário Oficial da União.
4.14. BRASIL. Resolução RDC ANVISA/MS nº 259, de 20 de setembro de 2002.
Regulamento Técnico para Rotulagem de Alimentos Embalados. Diário Oficial da
União. Brasília, DF, 23 set 2002. Seção I.
4.15. BRASIL. Resolução RDC ANVISA/MS nº 275 , de 21 de outubro de 2002.
Regulamento Técnico de Procedimentos Operacionais Padronizados aplicados aos
Estabelecimentos Produtores/Industrializadores de Alimentos e a Lista de Verificação
das Boas Práticas de Fabricação em Estabelecimentos Produtores/Industrializadores de
Alimentos. Diário Oficial da União. Brasília, DF, 06 nov 2002. Seção I.
5. REQUISITOS GERAIS
5.1. Os produtos devem ser obtidos, processados, embalados, armazenados,
transportados e conservados em condições que não coloquem em risco a saúde do
consumidor. Estas etapas não poderão agregar ou produzir substâncias químicas ou
biológicas que coloquem em risco a saúde do consumidor e deve ser obedecida a
legislação vigente relativa a Boas Práticas de Fabricação.
5.2. Devem atender ainda os Regulamentos Técnicos específicos de Aditivos
Alimentares e Coadjuvantes de Tecnologia de Fabricação; Contaminantes; Embalagens;
Características Macroscópicas, Microscópicas e Microbiológicas; Rotulagem de
Alimentos Embalados; Rotulagem Nutricional Obrigatória; e Informação Nutricional
Complementar, quando for o caso.

Legalizar Fábrica de Chocolate Artesanal

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