Projeto Pronto Entreposto de Ovos com capacidade de Produção de 5.000 dúzias/dia.

CÓDIGO - AVE-094

Projeto Pronto com as seções:

Construção com as seguintes seções:
Granja de Ovos
Selecionadora de Ovos
Recepção de Ovos
Limpeza
Seleção
Embalagem
Depósito
Expedição
Refeitório
Vestiário
Escritório
Fábrica de Ração

O Projeto Pronto contém:

1) Projeto Pronto em arquivo para AutoCad (DWG) (pranchas em formato A0 ou A1), com:
  • Planta Baixa e Layout dos Equipamentos
  • Planta Baixa da Construção
  • Layout dos Equipamentos
  • Cortes
  • Fachada
  • Planta de Situação das Construções no terreno
  • Planta dos Escritórios, Vestiários, Refeitórios e outros Anexos do Empreendimento
2) Memorial Básico da Construção
3) Lista de Equipamentos Principais
4) Lista de Fornecedores dos Equipamentos Principais
5) Lista de Materiais da Construção e Orçamento da Obra
6) Cronograma Físico-Financeiro da Obra
7) Fluxograma de Produção
8) Projeto em 3D
9) Memorial Técnico Sanitário do Estabelecimento - MTSE ou MESE - Memorial Econômico Sanitário do Empreendimento
10) Modelo de Requerimentos

Serviços Opcionais:

  • Estudo de Viabilidade Financeira para Entreposto de Ovos
  • Projeto de Financiamento e Plano de Negócios para Entreposto de Ovos no BNDES / FCO / BDMG / FINAME
  • Projeto em REVIT

Projetos com Outras Capacidades (maiores ou menores)
Entreposto de Ovos

Preço do PROJETO PRONTO

Versão em arquivo (email) R$ 590,00

Versão impressa (SEDEX) R$ 790,00

 

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Versão:



 


 

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Projeto e Layout de Entreposto de Ovos

DWG Entreposto de Ovos


Passo a Passo para abrir Entreposto de Ovos :

1- CNPJ da empresa Entreposto de Ovos obtido na Receita Federal

2- Contrato Social da empresa Entreposto de Ovos que pode ser preparado em um Escritório de Contabilidade

3- Inscrição Estadual da empresa Entreposto de Ovos obtido na Receita Estadual

4- Alvará de Funcionamento da empresa Entreposto de Ovos emitido pela Prefeitura Municipal

5- AVCB Atestado de Vistoria do Corpo de Bombeiros de Entreposto de Ovos

6- Alvará Sanitário de Entreposto de Ovos obtido em um destes órgãos: Vigilância Sanitária Municipal, Secretaria Estadual de Saúde, ANVISA, SIF Serviço de Inspeção Federal, Órgãos Estaduais (IMA, SISP, SIDASC, ADEPARA, ADAB, etc). Este documento é somente para empresas alimentícias ou da área da saúde

7- Licença Ambiental e Licença de Instalação de Entreposto de Ovos


Montar Entreposto de Ovos em Porto dos Gaúchos - MT (População estimada 5.334 habitantes)
Alvará Sanitário Porto dos Gaúchos
Alvará de Funcionamento Porto dos Gaúchos
AVCB Porto dos Gaúchos
SIM e VISA Porto dos Gaúchos (Vigilância Sanitária e Inspeção)

É Facil Abrir Uma Firma De Entreposto De Ovos

Entrepostode Ovos

Como Abrir Um Entreposto

COMO MONTAR UM ENTREPOSTO DE OVOS


Particularmente quanto as instalações, equipamentos e operações.
6.1. Granja Avícola
A Granja Avícola, em conformidade com o previsto no Art. 708 do RIISPOA, será relacionada nos
SERPAs/SIPAVs desde que satisfaça as seguintes especificações:
a. estar sob controle veterinário oficial.
b. dispor de dependências apropriadas para classificação ovoscopia e depósito de ovos, devendo este
último ser de menção compatível com a produção, com ventilação e iluminação adequadas, pé-direito
mínimo de 3 (três) metros e piso impermeável. As paredes devem possuir revestimento impermeável até
altura mínima de 1, 80 ( um e oitenta) metros, permitindose pintura com produtos que confiram esta
característica.
c. observar os requisitos mínimos necessários previstos nos itens 3.7 e 3.8 da presente norma.
d. a classificação dos ovos, por peso previsto no Art. 4 do Decreto nº 56585 de 20.07.65, poderá ser
realizada com bandejas tipo crivo, ajustadas para satisfazerem os tipos previstos pela classificação oficial,
na produção máxima de 500 dúzias de ovos/dia.
6.2. Entreposto de ovos e fábrica de conservas de ovos
a. Recepção de ovos
a.1. Os ovos deverão ser provenientes de granjas sob controle veterinário oficial.
a.2. Será instalada em sala ou área coberta, devidamente protegida dos ventos predominantes e da
incidência direta dos raios solares.
a.3. A critério da Inspeção Federal, esta seção poderá ser parcial ou totalmente fechada, atendendo as
condições climáticas regionais, desde que não haja prejuízo para ventilação e iluminação.
a.4. O local de recepção deve ter a capacidade adequada à quantidade de ovos recebidos e depositados.
Recomenda-se 13 caixas de 30 dúzias por m³. a.5. A área de recepção deverá apresentar-se livre de lixo,
detritos e de outros materiais e condições que possam constituir-se em fonte de odores ou local propício
para abrigar insetos, roedores ou quaisquer outros animais.
a.6. A área de recepção deverá ser projetada de tal forma que assegure condições de trabalho adequadas
do ponto de vista higiênico e tecnológico.
a.7. Deverá ser previsto um local ou compartilhamento adequado para coleta e armazenamento de cascas,
lixo e outros detritos.
Esta área deverá ser completamente isolada das áreas onde são processados ovos e seus derivados, bem
como serem observados os critérios mínimos previstos nestas normas quanto a piso, paredes e drenagem
de resíduos.
Sistemas alternativos para o descarte de cascas, lixo ou outros refugos poderão ser avaliados pela SIPA e
aprovados quando atenderem os requisitos previstos e necessários.
a.8. Recipientes ou similares em que serão recebidos os ovos em casca nos entrepostos ou fábrica de
conservas de ovos devem ser isentos de odores e materiais que possam contaminar ou adulterar os ovos e
derivados.
b. Classificação e Ovoscopia
b.1. Contíguo ao local de recepção será o local destinado a ovoscopia e classificação, onde deverá existir
todos os requisitos necessários para a realização das operações, preservados os quesitos higiênicos
pertinentes.
b.2. Ovos destinados a industrialização devem ser previamente lavados observados os requisitos
estabelecidos pelo Serviço de Inspeção Federal para o procedimento mencionado.
b.3. Os seguintes requisitos devem ser atendidos para a operação de lavagem de ovos em natureza:
b.3.1. Deverá ser realizado totalmente por meios mecânicos com procedimentos que impeçam a
penetração microbiana no interior do ovo, através de sistema devidamente aprovado pelo Serviço de
Inspeção Federal.
b.3.2. A água utilizada para a operação de lavagem de ovos deverá estar de acordo com o Art. 62 do
RIISPOA e renovada de forma continua, não sendo permitida, desta forma, a recirculação da mesma, sem
que passe por sistema de recuperação adequado e que permita seu retorno à condição de potabilidade.
b.3.3. O equipamento de lavagem de ovos deverá ser higienizado ao final de cada turno de trabalho (4hs)
ou quando se fizer necessário, a critério do Serviço de Inspeção Federal.
b.3.4. A operação de lavagem deverá ser contínua e completada o mais rápido possível, não se permitindo
equipamentos de lavagem de ovos do tipo de imersão".
b.3.5. Os ovos devem ser secados rapidamente após serem lavados, de forma contínua, quando destinados
à comercialização in natura
b.3.6. O local onde se encontra o equipamento de lavagem deve ser totalmente livre de odores estranhos.
b.3.7. Recomenda-se que a água de lavagem de ovos em natureza seja mantida em temperaturas de 35º à
45º, observando-se que a temperatura da água deve ser pelo menos 10ºC superior a temperatura dos ovos
a serem lavados deverá manter-se de uma forma contínua enquanto durar a operação de lavagem.
b.3.8. É permitida a utilização de um sanitizante na água de lavagem desde que seja aprovado pela SIPA
especificamente para a lavagem de ovos. Recomendase a utilização de equipamento com dosador.
b.3.9. Recomenda-se a não utilização de compostos de cloro em níveis superiores a 50 ppm como
sanitizante na água de lavagem de ovos em natureza.
b.3.10. Recomenda-se a não utilização de substâncias à base de iodo como sanitizante na água de lavagem
de ovos.
b.3.11. As águas servidas na lavagem deverão estar devidamente canalizadas diretamente no sistema de
esgotos.
b.3.12. Após a lavagem e secagem, deve-se ter o cuidado de evitar a recontaminação dos ovos nas etapas
seguintes, observando-se os preceitos higiênicos recomendados na presente normativa.
b.3.13. Ovos em natureza não devem ser lavados na sala de quebra ou qualquer seção onde são realizados
os procedimentos de industrialização após a quebra dos mesmos, excetuando-se nos casos de
equipamentos automáticos de quebra de ovos.
b.4. Os ovos em natureza devem ser classificados de acordo com a coloração da casca, qualidade e peso
conforme o disposto no Decreto nº 56585 de 20 de julho de 1965.
b.5. Para verificação da qualidade do ovo deve-se dispor do exame pela OVOSCOPIA (Art.713 do
RIISPOA).
b.6. A ovoscopia deve ser realizada em câmara destinada exclusivamente a esta finalidade.
b.6.1. O exame pela ovoscopia dos ovos destinados a comercialização "in natura" deverá ser realizado
preferentemente após à operação de lavagem.
b.7. A câmara de ovoscopia deverá ser adequadamente escurecida para assegurar precisão na remoção dos
ovos impróprios através do exame visual.
b.8. Na ovoscopia revela-se a condição da casca do ovo, bem como o seu aspecto interno através de um
foco de luz incidente sobre os ovos em movimento de rotação, mantendo-se local escuro para perfeita
visualização.
b.9. Na área de ovoscopia deverá existir recipientes apropriados, resistentes à higienização, para a
deposição de ovos considerados impróprios. Estes recipientes deverão estar perfeitamente identificados.
b.10. Na área de ovoscopia os recipientes para lixo e ovos inpróprios deverão ser removidos toda vez que
se fizer necessário, à critério do serviço de Inspeção Federal, e deverão ser devidamente higienizados e/ou
trocados, no caso de recipientes descartáveis.
b.11. Os ovos em casca deverão ser manipulados de forma a evitar o fenômeno "transpiração" antes da
operação de quebra.
b.12. O ovo que na classificação não apresente as características mínimas exigidas no Decreto nº 56.585
para as diversas classes de qualidade e tipos estabelecidos, será considerado impróprio para o consumo,
sendo permitida a sua utilização apenas para industrialização, com exceção dos casos previstos nos artigos
720 e 722 do Rl1SPOA.
b.13. Será permitida a lavagem do ovo em natureza para consumo desde que sejam observados todos os
requisitos necessários e previstos (item 6.3) para esta operação.
b.14. Os ovos em natureza destinados à industrialização deverão apresentar a casca livre de sujeira
aderente após a operação de lavagem.
b.15. Os ovos trincados ou que apresentem fenda ou quebra na casca poderão ser utilizados no
processamento normal de ovas em natureza quando a casca estiver livre de sujeira aderente e as
membranas da casca (testácea) não estiverem rompidas (Art.722-RIISPOA).
b.16. Ovos com casca livre de sujidades aderentes e que foram danificados durante o processamento,
apresentando fenda ou quebra na casca e rompimento das membranas;
poderão ser utilizados apenas quando a gema estiver intacta e o conteúdo não exsudando através da casca.
Estes ovos devem ser colocados em recipientes adequados e/ou quebrados de imediato e submetidos
obrigatoriamente ao processo de pasteurização ou similar, devidamente aprovado pela SIPA.
b.17. A avaliação da integridade da casca do ovo (como se refere nos itens b.15 e b.16) para a quebra,
deve ser preferentemente realizada antes da lavagem, como exceção do "ovo sujo" (ovo que se apresenta
com sujidades aderentes na casca). Da mesma forma, a integridade da casca do ovo em natureza para
consumo deve ser avaliada, sempre que possível, antes da lavagem, evitando assim possíveis entraves no
aproveitamento condicional deste ovo.
b.17.1. Recomenda-se que os ovos destinados à industrialização sejam submetidos à seleção previamente
à lavagem.
b.18. Recipientes que serão utilizados para a quebra imediata de ovos junto à lavagem, como prevê o item
b.16. devem obedecer aos seguintes requisitos:
b.18.1. não transbordar durante os trabalhos.
b.18.2. livre de cascas e sujidades.
b.18.3. localizado adequadamente de modo a evitar possível risco higiênico e sanitário. b.18.4. dispor de
dispositivo (peneiras ou similar) para evitar a deposição de cascas e resíduos no produto líquido no
momento da quebra.
b.18.5. os recipientes devem ser periodicamente trocados e higienizados, sempre que se fizer necessário, e
à critério da Inspeção Federal.
b.19. Os ovos que foram destinados ao aproveitamento condicional e/ou submetidos à quebra imediata
junto à seção de lavagem, deverão ser obrigatoriamente pasteurizados ou submetidos a processo similar
aprovado pela SIPA.
c. Operação de quebra do ovo na fábrica de conservas ( para industrialização).
c.1. A sala de quebra de ovos deve possuir nas seções de inspeção e quebras, pelo menos 500 lux de
intensidade luminosa, e as luzes dotadas de dispositivos protetores.
c.2. A ventilação dever ter preferentemente fluxo positivo e o ar filtrado.
c.3. A sala de quebra de ovos deve ter sua temperatura controlada, observando-se como parâmetro
máximo 16º C.
c.4. No acesso da sala de quebra de ovos deverá ser observado o disposto nos itens 5.1 e 5.2 da presente
norma.
c.5. . O sistema utilizado para quebra dos ovos poderá ser manual ou mecânico, desde que seja adequado
para o desvio de ovos rejeitados, quando quebrados; e seja de fácil higienização.
c.6. Deverão ser utilizadas peneiras, filtros e outros dispositivos para remoção de partículas de casca e
demais materiais estranhos antes do bombeamento do produto liquido para o processamento.
c.7. Recipiente(s) apropriado(s). devidamente identificado(s), deve(m) ser previsto(s) para o produto
líquido (s) de ovos considerados impróprios.
c.8. Utensílios e recipientes utilizados na quebra normal do ovo devem ser periodicamente lavados e
higienizados ou, a critério da Inspeção Federal, quando se fizer necessário, e da mesma forma, os
equipamentos automáticos existentes na linha de processamento do ovo.
c.9. Toda vez que se quebra um ovo considerado impróprio, os equipamentos e utensílios deverão ser
limpos e desinfetados.
c.10. Os recipientes e utensílios utilizados a partir da sala de quebra não deverão circular nas seções de
fluxo contrário.
c.11. Peneiras, filtros e os litros e dispositivos utilizados para remoção de partículas de casca e de outros
materiais estranhos, deverão ser limpos e higienizados no final de cada turno de trabalho (4 horas).
c.12. O equipamento utilizado para quebra mecânica deve ser operado a uma velocidade adequada para
completo controle de inspeção e segregação de ovos considerados impróprios.
d. Operação de quebra de ovo no entreposto que não dispõe de industrialização.
d.1. Será permitida a quebra manual do ovo observando-se o disposto nos itens b.12 e b.16 da presente
norma.
d.2. Caso a quebra do ovo seja realizada junto a 1avagem de ovos, deverá ser observado o disposto nos
itens b.18 e b.19 da presente norma.
d.3. Executando-se os itens acima referidos; permite-se a quebra de ovo neste tipo de estabelecimento nas
seguintes condições:
d.3.1. dispor de área ou sala individualizada, com temperatura controlada (máximo 16ºC), para operação
de quebra do ovo.
d.3.2. Se a área ou sala obedecer todos os requisitos necessários e previstos nesta norma referente às
instalações e equipamentos.
d.3.3. O produto líquido resultante da quebra deverá ser imediatamente filtrado, resfriado e congelado
(não superior a 12ºC), viabilizado assim o seu aproveitamento condicional enquadrado no Art. 722 do
RIISPOA.
d.4. No caso de Granja Avícola, os mesmos requisitos apresentados no item 6.2 letra D deverão ser
observados, caso haja necessidade de quebra de ovo.
e. Industrializacão.
e.1. Pasteurização, desidratação e outros processos aprovados.
e.1.1. quando necessário, o Serviço de Inspeção Federal, poderá determinar a pasteurização, ou processo
similar aprovado, dos produtos líquidos de ovos destinados ao congelamento ou desidratação.
e.1.2. a pasteurização ou desidratação deverá iniciar-se o mais rapidamente possível após a quebra dos
ovos, para impedir a deterioração do produto, recomendandose no período máximo de 72 horas a partir da
quebra dos ovos, desde que mantidos em resfriamento (2º a 5ºC)
e.1.3. os pasteurizadores terão de ser de placas e possuir painel de controle, com termo-registrador
automático, termômetro e válvula automática de desvio de fluxo em perfeito estado de funcionamento.
Outros tipos de pasteurizadores poderão ser aceitos; desde que comprovadas suas eficiências e aprovados
pela SIPA.
As conexões deverão ser de aço inoxidável, ou outro material similar aprovado pela SIPA.
e.1.3.1. a pasteurização dos produtos 1íquídos de ovos deverá ser sob condições e requisitos definidos de
TEMPO/TEMPERATURA ajustos às características de cada produto a ser processado, garantindo desta
forma a eficiência completa dos procedimentos de pasteurização utilizados, recomendandose os requisitos
dispostos, na tabela abaixo: garantindo desta forma a eficiência completa procedimentos de pasteurização
recomendandose os requisitos dispostos, tabela abaixo:
TABELA DE REQUISITOS TEMPO/TEMPERATURA PARA PASTEURIZAÇÃO
Produtos Líquidos Requisitos Mínimos de
Temperatura °C
Requisitos Mínimos de tempo Minutos
Clara de ovo (sem utilização de produtos
químicos)
56,7 3,5
55,5 6,0
Ovo integral 60,0 3,5
Misturas c/ ovo integral (com menos de
2% de ingredientes que não sejam ovos)
61,0 3,5
Ovo integral fortificado e misturas (24
-38% de sólidos de ovo, 212% de
ingredientes que não sejam ovos)
62,0 61,0 3,5 6,2
Ovo Integral salgado (c/ 2% mais de sal
adicionado)
63, 5 3, 5
Ovo Integral doce (2 12% de açúcar
adicionado)
61, 0 3, 5
Gema Pura 61, 0 60, 0 3, 5 6, 2
Gema Doce (2 12% de açúcar adicionado) 63, 5 62, 0 3, 5 6, 2
Gema Salgada (2 12% de adicionado) 63, 5 62, 0 3, 5 6, 2
e.1.3.2. Os procedimentos de pasteurização deverão assegurar efetividade, e as instalações e operações de
embalagem deverão ser de forma que impeçam a contaminação do produto.
e.1.3.3. Produtos líquidos de ovos não pasteurizados poderão ser transportados de um entreposto de ovos
ou fábrica de conservas de ovos para outro, para pasteurização ou outro processo devidamente aprovado
pela SIPA.e.1.3.4. Produtos líquidos de ovos poderão ser repasteurizados quando se fizer necessário, à
critério do Serviço de Inspeção Federal.
e.1.3.5. Produtos de ovos pasteurizados ou não pasteurizados poderão ser comercializados resfriados e/ou
congelados, e os não pasteurizados deverão ser obrigatoriamente congelados até uma temperatura de 12ºC
ou menos, dentro de no máximo 60 horas após a quebra, conforme previsto no item 6.2 letra C.
e.1.3.6. Os equipamentos do processo de industrialização do ovo devem ser localizados de acordo com o
fluxograma operacional, proporcionando facilidades nas operações de higienização.
e.1.3.7. no caso da pasteurização ou sistema similar aprovado, deve-se dispor de tanques e mesas
apropriadas para desmontagem e limpeza de tubulações, conexões e peças.
e.2. Resfriamento e congelamento.
(a) Os dispositivos utilizados para o resfriamento deverão ser de modelo aprovado e capacidade suficiente
para resfriar o total de ovo líquido nos parâmetros recomendados pela tecnologia utilizada para produtos
líquidos de ovos.
(b) Recomenda-se o resfriamento de produtos líquidos de ovos pasteurizados ou não nas temperaturas
entre 2º a 5ºC.
(c) Não será permitido a armazenagem ou retenção de produtos líquidos de ovos em temperaturas
superiores a 7ºC, com exceção de claras e produtos com mais de 10% de sal adicionado.
(d) Os tanques de armazenagem para o ovo líquido deverão possuir termômetros e agitadores adequados.
(e) Recomenda-se o uso de dispositivos adequados a fim de evitar a formação de espuma excessiva
durante a armazenagem dos produtos líquidos de ovos.
(f) Poderá ser autorizado, excepcionalmente, a critério do SIF, a utilização do gelo como meio de
resfriamento dos produtos líquidos de ovos a serem desidratados. Neste caso, o gelo a ser utilizado deve
apresentar as características de potabilidade determinadas no Art. 62 do RIISPOA.
(g) Produtos líquidos de ovos pasteurizados ou não, quando submetidos ao congelamento, deverão atingir
uma temperatura de 12ºC ou menos.
(h) A temperatura do produto congelado deverá ser medida no centro do recipiente.
(i) Os recipientes deverão ser organizados (ou dispostos) de forma a permitir a perfeita circulação do ar
nas câmaras de estocagem.
(j) Não será permitido estocar recipiente de ovos líquidos que não estejam devidamente limpos
externamente e totalmente isentos de qualquer escorrimento de produtos líquidos de ovos.
(k) A temperatura da câmara de estocagem para produtos líquidos de ovos congelados deverá ser 18ºC,
exceto para gema com sal adicionado. Neste caso recomenda-se temperatura em torno de 23ºC.
e.3. Descongelamento de produtos líquidos de ovos.
(a) Ovo integral, claras e gemas congeladas podem ser descongeladas mediante processo devidamente
aprovado pelo SIF.
(b) Recomenda-se o descongelamento em câmaras frigoríficas em temperaturas de 2ºC a 3ºC e que as
temperaturas do produto final descongelado não seja superior a 10ºC.
(c) Todo produto líquido de ovos descongelados deve ser imediatamente processado.

Legalizar Entreposto de Ovos

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