Planta de Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia

CÓDIGO - FRS-015

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Projeto de Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia com as seções:

Tipo de Inspeção - Federal (SIF)
1º pavimento:
Insensibilização de suínos
Evisceração
Departamento de Inspeção Federal (DIF)
Ante-câmara
Túnel de congelamento
Câmara fria para estocagem de carcaças
Câmara fria para carcaças
Expedição de carcaças
Bucharia e triparia
Seção de miúdos
Câmara fria para miúdos
Embalagem de miúdos
Expedição de miúdos e tripas
Sala de desossa
Câmara de massa
Depósito de condimentos
Presuntaria e salsicharia
Depósito de amidos
Sala para limpeza de utensílios
Sala de cozimento
Estufa a vapor
Defumador
Sala para choque térmico
Câmara de cura para presunto e embutidos
Depósito de embalagem
Sala de embalagem
Controle e expedição
Câmara fria para produtos acabados
Expedição de carcaças e produtos acabados
Plataforma de expedição
Pavimento Inferior:
Seção de recepção para graxaria
Seção de recepção de casquilhos

Outros Setores Necessários para Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia

 

O Projeto e Plantas de Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia contém:

1) Plantas em arquivo DWG de Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia (pranchas em formato A0 ou A1), com:
  • Planta Baixa e Layout dos Equipamentos (Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia)
  • Planta Baixa de Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia
  • Layout dos Equipamentos
  • Cortes
  • Fachada
  • Planta de Situação das Construções no terreno
  • Planta dos Escritórios, Vestiários, Refeitórios e outros Anexos do Empreendimento
2) Memorial Básico da Construção
3) Lista de Equipamentos Principais de Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia
4) Lista de Materiais da Construção e Orçamento da Obra
5) Cronograma Físico-Financeiro da Obra
6) Fluxograma de Produção
7) Projeto em 3D de Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia (opcional)
8) Memorial Técnico Sanitário do Estabelecimento - MTSE ou MESE - Memorial Econômico Sanitário do Empreendimento
9) Modelo de Requerimentos



Como Montar uma Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia Projeto e Planta Baixa

Outros Serviços Opcionais:

Projetos com Outras Capacidades (maiores ou menores)
Como Montar Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia
Projeto de Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia
Planta Baixa de Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia


Projeto de Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia

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Projeto de Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia


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Como Montar Projeto e Planta Baixa de Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia

 

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Se Pensa em Abrir Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia:

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Projeto e Layout de Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia

DWG Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia


Montar Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia em Barra do Rocha - BA (População estimada 6.424 habitantes)
Alvará Sanitário Barra do Rocha
Alvará de Funcionamento Barra do Rocha
AVCB Barra do Rocha
SIM e VISA Barra do Rocha (Vigilância Sanitária e Inspeção)

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COMO MONTAR FRIGORIFICO PARA ABATE DE SUINOS E PRODUCAO DE EMBUTIDOS (SALSICHARIA, PRESUNTARIA, EMBUTIDOS E DEFUMADOS) - 100 ANIMAIS/DIA

3 - Exame dos pulmões e do coração:
a) revisão do exame dos nodos linfáticos já incisados (Linhas "A" e "B"), cortando-os novamente se
necessário;
b) exame da superfície dos pulmões, com especial atenção ao lobo apical;
c) palpação e cortes no parênquima pulmonar e exame dos brônquios, bem como do esôfago quando
necessário;
d) separação dos pulmões e do coração cortando os grandes vasos pela sua base;
e) revisão do exame interno e externo do coração;
f) incisar a musculatura cardíaca pela parte interna em finas fatias longitudinais para a pesquisa de
cisticercose e sarcosporidiose.
4.4 - Exame do fígado:
a) exame das faces e bordas apreciando-se o volume, consistência, aspecto e coloração;
b) revisão dos nodos linfáticos;
c) corte transversal e inspeção dos ductos biliares;
d) palpação da víscera;
e) palpação e incisão da vesícula, se necessário;
f) cortes profundos e extensos no órgão, se a causa de apreensão foi nele verificada;
g) cortes profundos e extensos no órgão, no caso de cistisercose viva detectada na carcaça ou outras
vísceras.
4.5 - Exame do baço:
a) exame visual externo e palpação (aspecto, volume, coloração e consistência);
b) verificação da extensão de lesões imputáveis a brucelose, ou salmonelose quando for o caso,
executando-se o exame diferencial;
c) cortes longitudinais no parênquima.
4.6 - Exame dos intestinos, estômago, pâncreas, bexiga e útero:
a) exame visual do intestino, estômago e do pâncreas. Se a peça for a sede da lesão, fazer a verificação da
extensão da mesma, praticando cortes em outros nodos linfáticos da cadeia mesentérica e gástrica;
b) palpação dos intestinos, estômago e pâncreas;
c) exame visual e palpação da bexiga e útero;
d) como exame confirmativo da peste suína deve-se praticar incisões na bexiga e intestinos
examinando-se suas mucosas.
4.7 - Exame dos rins:
a) verificação do volume, consistência, aspecto e coloração;
b) incisão longitudinal do órgão, para observação das camadas cortical e medular e do bacinete;
c) cortes e exame da gordura peri-renal com vistas a pesquisa de estefanurose.
4.8 - Exame da carcaça:
a) verificação do aspecto geral, do estado de nutrição e possíveis contaminações;
b) observar a coloração com especial atenção para o tecido adiposo de cobertura;
c) observação das serosas;
d) exame visual e palpação de possíveis anormalidades nas articulações;
e) examinar as superfícies ósseas (visualmente) - (estérnebras, vértebras, costelas, etc.);
f) para a pesquisa de cisticercose, abertura com cortes longitudinais adequados nos músculos do pescoço,
peito, paleta, psoas e parte interna dos pernis, a fim de desdobrar-lhes a superfície explorável, bem como
exame do diafragma. A critério do Médico Veterinário responsável pela Inspeção Final os cortes podem
ser estendidos a outros músculos;
g) com vistas ao diagnóstico da icterícia se verificará a coloração da medula espinhal do endotélio dos
vasos sanguíneos de fácil acesso, da cartilagem xifóide, da gordura de cobertura, da pele e da cadeia
ganglionar;
h) exame visual da pele em busca de lesões, tais como: parasitárias, infecciosas, melanose, contusões;
i) visualmente examinar, cortando se necessário as glândulas mamárias, condenando-as em casos, tais
como: lactação, mamite, actinomicose;
j) revisão dos nodos linfáticos cortados nas Linhas de Inspeção de "papada" e carcaça (Linhas "A" e "E")
que são: mandibulares, retrofaríngeos, cervicais, inguinais superficiais ou retromamários e mais os
pré-crurais, poplíteos, ilíacos, lombares, renais, axilar da primeira costela e esternal, se necessário.
4.9 - Exame do cérebro:
Ver item 3.8 da presente norma.
4.10 - Coleta de material para exame de laboratório:
Sempre que o Médico Veterinário julgar necessário, fará coleta do material, o qual será imediatamente
enviado ao laboratório, permanecendo a carcaça sequestrada até o recebimento do resultado do exame;
4.11 - Destinação das carnes:
Tendo formado seu juízo através dos exames que realizou ou aqueles a que eventualmente recorreu, o
Médico Veterinário dará às carnes inspecionadas os seguintes destinos alternativos:
a) liberação para o consumo;
b) aproveitamento condicional - salga embutidos cozidos (salsicharia) conserva ou banha;
c) rejeição parcial (afecções benignas circunscritas, lesões traumáticas localizadas e contaminação
limitada);
d) rejeição total (condenação);
e) as carcaças e vísceras oriundas do DIF devem ser identificadas e destinadas de forma a garantir o
atendimento aos requisitos específicos de países para os quais o estabelecimento de abate encontra-se
habilitado. (NR)
4.12 - Carimbagem de carcaças
4.12.1 - Carimbagem de carcaças liberadas nas Linhas de Inspeção (Art. 153).
Serão carimbadas com o "modelo 2" (metálico) aplicado sobre os pernis, região lombar e paletas, as
meias carcaças liberadas pela Inspeção Federal. Este trabalho será realizado sobre plataforma prevista no
item 20, alínea "B" do Capítulo I (junto a retirada do unto).
Recomenda-se o uso da seguinte fórmula para tinta:
Violeta de metila - 10 g Álcool absoluto - 500 cc Glicerina - 450 cc Técnica de preparação:
Dissolver a violeta de metila no álcool absoluto; aquecer a glicerina entre 45º a 50ºC (quarenta e cinco a
cinqüenta graus centígrados), adicionar a mistura álcool/corante com agitação. Guardar em frasco escuro
com tampa esmerilhada.
Em substituição a violeta de metila poderá também ser usada a violeta de genciana, porém em segundo
plano quanto à eficiência.
4.12.2 - Carimbagem das carcaças apreendidas nas Linhas de Inspeção e reinspecionadas pela Inspeção
Final.
As carcaças reinspecionadas serão assinaladas de acordo com o destino dado pelo Médico Veterinário
responsável pela Inspeção Final e carimbadas conforme os modelos oficiais, previstos na legislação,
seguindo o esquema a seguir: (Des. nº 39).
DESTINOS MARCAÇÃO NAS MEIAS
CARCAÇAS
CARIMBO METÁLICO
Não apreendida sem marcação MODELO Nº 2
Embutidos cozidos
(salsicharia)
E MODELO Nº 12
Congelamento F MODELO Nº 2 após tratamento
p/frio
Salga S MODELO Nº 11
Banha B FEITO A FACA
Conserva C MODELO Nº 10
Graxaria XXX MODELO Nº 5
Observação O
NÃO EXPORTÁVEL NE
Para carcaças não apreendidas se usará o mesmo critério de carimbagem estabelecido no item 4.12.1,
deste Capítulo, no entanto o carimbo deverá ser aplicado antes de sua saída da Inspeção Final.
As marcações deverão ser feitas à "faca" na região torácica externa de cada meia carcaça, com letras nas
dimensões aproximadas de 0,30 m (trinta centímetros) de altura por 0,20 m (vinte centímetros) de largura.
A carimbagem dos destinos condicionais e condenações, será aplicada sobre as paletas de ambas as meias
carcaças.
Para os casos destinados ao congelamento pela Inspeção Final, as meias carcaças, além da marcação
externa com a letra "F" (frio) já referida, deverá ser feita ainda outra com lápis tinta nas serosas torácicas
parietais correspondente ao código previsto para as carcaças sequestradas, de acordo com o estabelecido a
seguir no item 4.14 deste capítulo.
Para as carcaças condenadas, as massas musculares serão desfiguradas efetuando-se cortes em "X".
Quando houver dúvida, no que diz respeito a coloração "amarela", as carcaças poderão ser recolhidas à
câmara deseqüestropara observação, sendo marcada com a letra "O", podendo-se nestes casos recorrer-se
a exames laboratoriais.
4.13 - Animais de matança de emergência:
A Inspeção Final ao receber a carcaça e órgãos do animal abatido de emergência, já tem em seu poder a
papeleta respectiva (modelo B2) que leva o número da tatuagem de identificação do suíno. Nesta papeleta
estão consignados os dados da Inspeção "ante-mortem". Com base nesses dados e no exame do inteiro
conjunto de órgãos e carcaça do animal, o Médico Veterinário tem elementos para um julgamento do caso
e criteriosa destinação das carnes. As carcaças terão aproveitamento condicional ou serão condenadas,
conforme o caso, nunca, porém serão liberadas para o consumo direto.
Todas as carcaças dos animais abatidos de emergência, como já foi referido no item 2.2.2 (parte II,
Capítulo VII), serão obrigatoriamente encaminhadas a Inspeção Final. Os dados dos exames realizados
são anotados na "Papeleta de Inspeção Antemortem" da matança de emergência (modelo B 2).
4.14. - Controle pela Inspeção Federal das carcaças destinadas ao aproveitamento condicional:
As carcaças que saem da Inspeção Final para aproveitamento condicional (conserva, salga, embutidos
cozidos, banha e congelamento) são objeto de absoluto e sistemático controle por parte da Inspeção
Federal. Este controle somente é dado por concluído depois de cumpridas as destinações dadas pela
Inspeção Federal àquelas carcaças. Para que o controle seja eficiente o estabelecimento é obrigado a
possuir uma câmara fria deseqüestro(ver ítens 19.2.1, Capítulo I e 2.2 do Capítulo IV) sob exclusivo
controle da Inspeção Federal, perfeitamente identificada e destinada a receber somente as carcaças em
referência.
Quando o estabelecimento se dispuser a fazer o aproveitamento destas carnes o funcionário de plantão
deverá acompanhá-las, da câmara fria à seção de desossa de sequestro, e somente depois de cumpridos os
destinos dados pela Inspeção Federal cessará a responsabilidade do plantão no caso, incluindo-se, quando
couber, o controle do congelamento e estocagem de sequestro.
A papeleta de controle "modelo G1", destina-se às anotações referentes às carcaças sequestradas. Essas
anotações são feitas pelo Médico Veterinário responsável pela Inspeção Final após concluído o exame de
cada carcaça as quais serão identificadas pelo código abaixo e a seguir encaminhadas à câmara de
sequestro.
(Papeleta modelo G1 ).
O código em referência será anotado com lápis tinta na serosa torácica das duas meias carcaças e
composto do número de ordem diário das carcaças encaminhadas ao sequestro, seguido dos números
correspondentes à data do abate (dia e mês). Ex.: O código 060812, representaria a sexta carcaça
sequestrada, relativa a matança do dia 08 de dezembro.
As carcaças destinadas, pela IF, à banha, deverão ser colocadas nos digestores logo após terem sido
desossadas em local próprio, dispensando-se no caso, oseqüestroem câmara fria, já que elas com destino
ao tratamento pelo frio somente serão encaminhadas ao congelamento após previamente resfriadas na
câmara de sequestro, permanecendo sob controle da Inspeção Federal até o término do referido
tratamento.

Como Legalizar Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia

Abertura da empresa: Contrato Social, Junta Comercial, CNPJ, Inscrição Estadual, Alvará de Funcionamento para Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia

Passo a Passo para abrir Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia

AVCB (Atestado de Vistoria do Corpo de Bombeiros) de Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia

Estudo de Viabilidade Técnico Financeira de Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia

OHSAS 18001 de Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia

MBPF (Manual de Boas Práticas de Fabricação) de Frigorífico para abate de suínos e Produção de Embutidos (salsicharia, presuntaria, embutidos e defumados) - 100 animais/dia